São tantas e tão profundas as divergências entre Câmara e Senado, e até entre as bancadas do mesmo partido, que as reformas política e eleitoral têm hoje um único ponto consensual: mudar a data da posse de presidente da República, governadores e prefeitos. No mais, as propostas em tramitação chegam, em alguns casos, a ser antagônicas.
Pela proposta, tanto da Câmara quanto do Senado, o presidente da República assumirá no dia 15 de janeiro; os governadores, no dia 10; e os prefeitos, em 5 de janeiro. Hoje, todos tomam posse em 1.º de janeiro, o que acaba “estragando” o réveillon dos políticos e impedindo a presença de chefes de estados estrangeiros na festa presidencial. “Mas não pode votar só mudança de data de posse. Isso não é reforma”, diz o líder do PP, Agnaldo Ribeiro (PB), que também é favorável à coincidência das datas de todas as eleições.
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Com a proximidade da Rio+20 que debaterá questões relativas ao uso q